EU ME CHAMO ENCANTO

“Primeiro, encanto. Depois, desencanto. Por fim, cada um pro seu canto”. Assim começou a história de Pedro Gabriel, ou, Antônio. Rabiscado em um guardanapo de papel, o poema simples e singelo sensibilizou milhares de pessoas e fez Pedro Antônio Gabriel ser reconhecido nacionalmente. E na noite desta segunda, 2, o escritor veio à Feira para falar sobre seu livro Eu me chamo Antônio e trocar uma ideia com o público.

Pedro conta que sua inspiração é quase um rabisco, um rascunho, que nasceu no guardanapo um dia depois de sair do trabalho. Resolveu parar para um chope e não estava com seu caderno de anotação; como não sabia onde escrever suas ideias, usou o guardanapo por ser o único papel ao alcance. Sem pretensões, só queria o registro delas em algum lugar. Saiu de lá com alguns guardanapos que com o tempo se transformaram em muitos, então passou a fotografar seus textos.

Com o tempo Pedro viu muitas pessoas identificadas com seus textos e em 2013 lançou o livro Eu me chamo Antônio. Nele, Antônio é o personagem, frequentador assíduo de bares, especialista na arte do amor, que escreve as alegrias e tristezas da vida. “ A internet facilita o trabalho dos poetas que fazem uma poesia mais regrada. Elas têm um impacto maior na internet, fica mais fácil compartilhar. O verso curto funciona muito bem”, finalizou ele.

Para a estudante Bruna Chaves, “ele é aquele cara que sabe o que está falando. Sentimos uma plenitude quando ele fala porque passa uma paz. Ele escreve muito bem, parece saber o que te dizer e a hora de dizer”. E assim se passou a noite com os Pedros, Antonios e Gabriéis!

Pedro Gabriel

ASSESSORIA DE IMPRENSA UNIFRA
TEXTO: Acadêmico de Jornalismo Fabian Lisboa/Roger Haeffner
FOTO: Laboratório de Fotografia e Memória/Vanessa Alves
Professor responsável: Jornalista Bebeto Badke (MTB 5498)

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